Eu não ia escrever sobre isso, mas ao ler o post do Janio sobre o Tommy, me senti na obrigação de contar essa história aqui, até para servir de alerta para outras pessoas.
Desde que a Vicky se foi, tenho tido um cuidado fora do comum com o Leo e com a Lua.
Como já falei aqui, moro em uma rua sem saída, na Zona Oeste de São Paulo (próximo à USP) e o único defeito da minha rua, são 4 ou 5 pensões de estudantes da USP que de certa forma, tira o sossego da rua, seja por não sabermos quem mora nessas pensões, seja pela forma que alguns deles dirigem, seja pela falta de contruibuição dessas casas nos rateios da rua.
Toda essa introdução para dizer que de uns tempos para cá, eu recebera algumas ligações não identificadas, reclamando “das coisas do capeta” que eram meus cachorros, que latiam na garagem quando havia movimento na rua (nota que a porcaria da rua é sem saída, logo é movimentada que nem a avenida paulista, certo???). A voz, de um homem, tinha um sotaque do interior paulista, bastante acentuado.
Conversei com o guarda e mandei o recado:
Se algo acontecer com algum dos dois cachorros, tem volta e da pior maneira possível.
O engraçado é que as malditas ligações reclamando das “coisas do capeta” e dizendo que “a rua não era uma favela” aconteciam APENAS quando não havia ninguém em casa. O covarde, era tão covarde, que não tinha coragem nem de embate por telefone.
Lá pelo 4o ou 5o. recado na secretária eletrônica, ouço pela janela do escritório, na pensão grudada à minha casa a voz do FELADAPUTA dizendo que ia comprar uma Parati e se fazendo de bonzão no telefone (tomara que vc esteja lendo esse texto, cretino) e eu fui à janela e gritei para a empregada de casa que eu havia descoberto quem era o desgraçado que ligava falando dos cachorros. Misteriosamente, as ligações cessaram.
Passou um certo tempo até que hoje, chegando em casa, minha mulher me conta que uma desgraçada da pensão que fica do outro lado da nossa casa (sim, moro entre duas pensões), no horário de almoço do guarda, atravessou a rua e jogou um balde de água no shi tzu do outro vizinho.
Sim, a CORNA DESGRAÇADA jogou água num cachorro de 40 centrimetros.
A grande questão é que essa IMBECIL, não viu que tinha outras pessoas na rua e que essas pessoas, gosta de cachorros. O guarda foi avisado que contou não só para a dona do cachorro, como para todos os vizinhos que possuem cachorros. Nisso, a dona do cachorrinho foi tirar satisfação da moça, cujos atributos físicos não serão mencionados para não dizerem que eu sou preconceituoso, declarou-se advogada e disse que o cachorro não a deixava estudar, nem dormir.
Fica aqui então o meu recado para esse bando de estudante desgraçado que mora na minha rua:
- VTC. Só não tirei as pensões da rua, por falta de tempo.
- Vai estudar e não enche o nosso saco. A casa é nossa e não de um bando de incompetente que não tem nem casa para morar.
- À suposta advogada – agredir ou maltratar animais, é crime.
E se eu não dormir bem essa noite, vou ligar na produção da Luisa Mell….rezem para eu dormir a noite toda.
Technorati : animal de estimação, estudante imbecil, maltrato
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