Finalmente alguém resolveu acabar com a festa….por que realmente está uma festa. A quantidade de ex-jogadores, ex-juízes (eu sou do tempo que árbitro era juiz mesmo), e de “jornalistas” que têm falado besteira em trasmissão de futebol, não é brincadeira.
Todo
s sabem que sou um dos responsáveis pelo Fanáticos por Futebol e nunca pude inventar nada ligado à tecnologia em jogos de futebol, por que os senhores jornalistas decidem quem pode ou quem não pode acessar aos estádios de futebol, através de uma carteirinha de associado à ACEESP. É a regra? – Ok, aceito pois realmente não sou jornalista, porém perdem os leitores do Fanáticos, que não pode assistir aos vídeos minutos após eles saírem (a Globo detém os direitos de transmissão, mas a lei permite a exibição de até 3 minutos por qualquer meio de comunicação).
Voltando ao jornalismo torcedor, esse foi um grande dilema na construção do Fanáticos. Como faríamos o jornalismo fanático, sem deixar de ser imparcial. O prêmio Ibest de 2007, o torcidômetro e a nossa audiência prova que conseguimos, porém alguns meios de comunicação têm errado, e muito, a mão.
No primeiro final de semana desse mês, tivemos aqui em São Paulo a maratona internacional de São Paulo. Evento organizado pela prefeitura de São Paulo, exibido para diversos países do mundo e o senhor José Ferreira Neto, o tal do “Neto da Fiel” proferiu uma das maiores besteiras que eu já ouvi no jornalismo esportivo, nos microfones da rádio Transamérica, algo parecido com isso:
“uma porcaria de uma corridinha, e a CET coloca 120 carros. A venda do ingresso para o jogo do Corinthians contra o Sport e não tem nenhum”
Sim, esse senhor, ex jogador de futebol comparou a cidade de São Paulo com a torcida de um time da segunda divisão, que tem sua importância sim, porém não tem a importância da terceira maior cidade do mundo. Esse tipo de cultura que precisa ser considerada no momento de se colocar um microfone na mão de alguém.
Na mesma equipe comandada por Éder Luiz (excelente narrador e empresário), temos o jurássico Roberto Carmona, que depois de “um milhão de anos”, resolveu virar reporter-torcedor, asssim como seu ex-colega José Calil (ou Kalil, não sei), e abusa da sua parcialidade em seus comentários contra o São Paulo Futebol Clube. Já passou da hora de a família Natel processá-lo pelas insinuações de favorecimento na construção do estádio Cícero Pompeu de Toledo.
Essa onde de “torcedorismo” também está afetando a grande gigante Rede Globo, a narração EM REDE NACIONAL do Cléber Machado foi algo que me deixou com uma vergonha alheia absurda. Os longos segundos de silêncio na transmissão da final da Copa do Brasil de 2008 , no momento do segundo gol do Sport de Recife, foi o momento mais constrangedor da história da locução esportiva. Cléber, a transmissão era para a Rede e não apenas para a torcida do Corinthians.
Já o senhor Milton Neves é outro que andou perdendo MUITO a mão. Quando era o comandante do terceiro tempo na Rádio Jovem Pan, era um brilhante radialista, hoje é um corneteiro contra todas as torcidas, um grande de um agitador que usa de “hypes”, assim como alguns blogueiros, para a manutenção da audiência.
Ainda bem que alguns se salvam. O vídeo abaixo, tem tudo para ser um primeiro passo em direção à volta do verdadeiro jornalismo esportivo, levando o ESPORTE, o FUTEBOL como principal assunto dos programas esportivos.
O grande Luciano do Vale – o Bolacha – mostrou toda a sua indignação contra os comentários absurdos e tendenciosos dos nomes que atualmente populam as rádios e tvs, como torcedores enlouquecidos e que se esquecem que o papel deles é narrar ou comentar o jogo IMPARCIALMENTE.
PARABÉNS BOLACHA.
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