Azteca
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Tinha tudo para dar errado novamente. Minha segunda visita a Cidade do Mexico e provavelmente meu desejo de conhecer o estádio onde o nome do Brasil entrou de vez para a história não se realizaria. Porém a insistência da minha esposa e um golpe de sorte me possibilitaram mais esse sonho.
Mas para ser um Fanático por Futebol, é preciso ser persistente. Pegamos o carro e fomos sentido sul. Para quem conhece a Cidade do México o Estádio Asteca fica afastado (de verdade) do centro. Seguimos por mais de uma hora e 15 minutos de carro, passando pelo centro, avenidas Reforma, Constituientes, Insurgientes e Perférico Sur e nada de chegar. Apesar do mapa e da sinalização quase perfeita da cidade, a insegurança de ter pego algum caminho errado sempre surgia. Caminhões, trânsito, buracos, até que passamos em frente à sede da Televisa e todo trânsito pára. Havia a preparação para o evento do dia de Reis. Porém, alguns quilometros depois, já era possível avistar as arquibancadas. Confesso que o coração bateu mais forte, mesmo não sendo nascido na ocasião da conquista do título, vivi as copas de 1982 e 1986, sempre alimentando o sonho do então tetra.
Mas voltando ao dia 3 de janeiro de 2007, o Asteca impressiona. Apesar de estar acostumado ao Morumbi, a área total do estádio mexicano cabem 3 Morumbi’s. Nesse estádio, pode-se ficar tranquilo de ir de carro. Vagas, muitas vagas de estacionamento e enquanto isso, eu de carro rodando ao redor do estádio, até que encontrei o portão 1. Aqui começa minha aventura, pois o guarda pediu que eu parasse o carro e quando disse à ele que iria à visita, em espanhol, já tomo a “primeira porrada”
Entrando
- Brasileño? – pergunta o guarda.
E depois de Ronaldinho prá lá, Ronaldo prá cá ele me indica onde eu devia estacionar o carro. O incrível foram as vagas, abaixo das arquibancadas, numeradas e com acesso quase que direto aos camarotes.
Logo na entrada da visita guiada, compramos os ingressos. 20 pesos (2 dólares ou 5 reais) e uma espera interminável de 40 minutos para a próxima saída da visita. Mas para amantes do futebol, isso não é problema, uma vez que existe uma sala de Fliperamas exclusivamente de futebol.
Depois de 20 minutos, eu estava cansado dos video-games (ok, assumo que acabaram as moedas) e fui para museu (vou falar em outra parte do relato)
Museu Viva América
Ignácio – O torcedor Simbolo
Restaurante
Arquibancadas – (palcos) – Capacidade 105.000
História do Estádio
Proprietário
times
Vestiários
Sala de Imprensa
A Canja (campo)
O campo tem 68m X 105m e foi projetado pensando em duas questões importantes. A posição perante o sol e a visibilidade do gramado de qualquer ponto da arquibancada. O Sol cruza o campo pela lateral, o que não deixa nenhum dos dois times em desvantagem.
O gramado de grama bermuda e Tyfon, encontra-se a 9 metro abaixo do nível da rua e nem por isso, tem problemas com chuvas, em função do sistema de drenagem que verte a água para reservatórios, sem contar com o formato côncavo do campo, que não permite o acumulo de água no centro do campo.
Vale lembrar, que esse gramado foi o primeiro do mundo a ter a grama em duas tonalidades.
Nossa História
Pelé
Carlos Alberto
Brasil X Itália
http://www.esmas.com/estadioazteca/home/
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