Não escondo e até já mostrei o porque, eu gosto e de vez em quando me utilizo de hypes como isca para capturar paraquedistas. Porém esse é um recurso que eu utilizo exclusivamente aqui no Blog do Cobra. No Homem na Cozinha, no Frank Sinatra Brasil ou nos meus outros blogs sérios, eu não me utilizo de hypes gratuitos.
Acontece que mesmo sem utilizarmos de hypes, os paraquedistas chegam aos nossos blogs, por qualquer que seja a alteração da CNTP e um exemplo disso surgiu no Homem na Cozinha dia desses.
Era período de férias escolares e eu tenho nesse excelente repositório de receitas, algumas receitas que agradam às mulheres e crianças (o foco sempre foi agradar as mulheres, com seus maridos cozinhando para elas, porém de vez em quando precisamos agradar às crianças para agradar à uma mulher). Mas voltando às férias escolares, fiquei surpreso ao observar que a receita do biscoito de polvilho doce (sem link para não acusar o trackback) estava fazendo sucesso. Uns dois dias depois, recebi um comentário:
New comment on your post #141 “Biscoito de polvilho doce”
Author : alterado para proteger a pessoa que mandou o comentário (IP: XXX.25.162.252 , )
E-mail :XXXXXXXXXXXX_rbdrebelde@XXXXXXXXXXX.com
Comment:
vc não deu a receita carambolas da proxima vez ve se vc da a receita para a gente fazer o biscoito de polvilho ta
Em primeiro lugar, minha defesa: A receita está lá, ou melhor, sempre esteve desde a data da publicação do post.
Em segundo lugar, precisei reler 3 vezes o comentário, para entendê-lo. Qual o problema que as crianças tem com acentos e pontuações?
“Cobra, como você sabe que é criança?”
Basta olhar para a única informação de identificação que eu mantive da autora: O “sobrenome” do e-mail é uma referência ao grupo mexicano RBD que é febre entre crianças e adolescente afetados intelectualmente.
O que me impressiona atualmente, é a capacidade ou melhor, a incapacidade das pessoas em ler o conteúdo de uma página de jornal, ou de um notícia da Internet ou um post em um blog. O conteúdo estava lá, porém não era a informação mais evidente da página e a sumidade interpretou que o conteúdo não estava lá e não se deu, nem o trabalho de olhar para a parte inferior da tela.
Longe de mim, querer malhar os paraquedistas, mas que tem coisa que não me conformo, tem.


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Tchê, eu tenho um artigo onde eu, no meio do texto, sem destaque, coloco um link para o download de um arquivo. Algumas várias pessoas me enviaram e-mail solicitando o tal arquivo, que eu “tinha falado, mas não coloquei link”. E o link sempre esteve lá.
Acho que isso é a coisa mais normal que existe. Se não colocar em letras garrafais, certas salsinhas não conseguem enxergar.
Grande abraço!
É a invasão dos miguxos….